
Reações internacionais
📌 Governos e instituições
Condenações fortes e protestos diplomáticos
- Rússia, China, Cuba, Irã e outros aliados próximos de Caracas criticaram duramente a operação, chamando-a de violação do direito internacional e ataque à soberania venezuelana. CNN Brasil+1
- A União Europeia e países europeus pediram respeito à lei internacional e cautela. Global Times
- Autoridades nos EUA estão divididas: líderes republicanos apoiam a ação, enquanto figuras como Kamala Harris criticaram como “ilegal e perigosa”. New York Post
Venezuela exige “prova de vida”
- O governo venezuelano e a vice-presidente Delcy Rodríguez exigiram que os EUA provem que Maduro está vivo, ressaltando a tensão e incerteza que se espalha dentro do país. Arab News

🪧 Manifestações ao redor do mundo
🌎 Protestos contrários à ação dos EUA
- Em várias capitais — como Roma (Itália) e outras cidades europeias — grupos e movimentos sociais protestaram contra o ataque e em defesa da soberania venezuelana. ANSA Brasil
- Partidos de esquerda na Índia, junto com movimentos sociais, chamaram por manifestações e denunciaram a intervenção dos EUA como violação das Nações Unidas. mint
🟢 Manifestações favoráveis
- Grupos anti-Maduro e venezuelanos no exterior celebraram a captura, vendo-a como fim de um governo autoritário. Houve relatos de celebrações em comunidades no Brasil e em outras partes do mundo. Reddit
📉 Debates e desinformação
- Redes sociais foram inundadas com conteúdo falso e manipulado desde o anúncio, complicando o cenário de notícias verificadas. WIRED
📌 Repercussão no futuro próximo
⚖️ Legal e diplomático
- A prisão marca um precedente legal internacional controverso, com especialistas debatendo se tal ação unilateral estabeleceria um novo padrão para operações extraterritoriais. The Washington Post
- Discussões sobre soberania, direito internacional e a autoridade de tribunais estrangeiros vão dominar fóruns como a ONU e organismos jurídicos internacionais nos próximos meses.
🌍 Geopolítica e tensões regionais
- Isso pode intensificar rivalidades entre grandes potências, com a América Latina no centro de um novo eixo de disputas geopolíticas, especialmente entre EUA, Rússia, China e países alinhados com Caracas.
- A situação poderá influenciar futuros alinhamentos diplomáticos na região, inclusive em organismos como a OEA e os BRICS.
📈 Economia e energia
- A Venezuela possui grandes reservas de petróleo, e a intervenção dos EUA pode repercutir nos mercados de energia, investimentos estrangeiros e sanções econômicas regionais.
